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Sacramentos

Os sacramentos da nova Lei foram instituídos por Cristo e são em número de sete, a saber: o Baptismo, a Confirmação, a Eucaristia, a Penitência, a Unção dos Enfermos, a Ordem e o Matrimônio. Os sete sacramentos tocam todas as etapas e momentos importantes da vida do cristão: outorgam nascimento e crescimento, cura e missão à vida de fé dos cristãos. Há aqui uma certa semelhança entre as etapas da vida natural e as da vida espiritual


Penitência (Confissão)

O SACRAMENTO DA PENITÊNCIA E DA RECONCILIAÇÃO 1422.

«Aqueles que se aproximam do sacramento da Penitência obtêm da misericórdia de Deus o perdão da ofensa a Ele feita e, ao mesmo tempo, são reconciliados com a Igreja, que tinham ferido com o seu pecado, a qual, pela caridade, exemplo e oração, trabalha pela sua conversão» (3).

1423. É chamado sacramento da conversão, porque realiza sacramentalmente o apelo de Jesus à conversão (4) e o esforço de regressar à casa do Pai (5) da qual o pecador se afastou pelo pecado. É chamado sacramento da Penitência, porque consagra uma caminhada pessoal e eclesial de conversão, de arrependimento e de satisfação por parte do cristão pecador.

1424. É chamado sacramento da confissão, porque o reconhecimento, a confissão dos pecados perante o sacerdote é um elemento essencial deste sacramento. Num sentido profundo, este sacramento é também uma «confissão», reconhecimento e louvor da santidade de Deus e da sua misericórdia para com o homem pecador. E chamado sacramento do perdão, porque, pela absolvição sacramental do sacerdote. Deus concede ao penitente «o perdão e a paz» (6). E chamado sacramento da Reconciliação, porque dá ao pecador o amor de Deus que reconcilia: «Deixai-vos reconciliar com Deus» (2 Cor 5, 20). Aquele que vive do amor misericordioso de Deus está pronto para responder ao apelo do Senhor: «Vai primeiro reconciliar-te com teu irmão» (Mt 5, 24).

Por que Confessar-se?

A confissão nos santifica e nos aproxima de Deus. Aumenta o conhecimento próprio, faz crescer a humildade cristã, combate a indolência espiritual, fortalece a vontade, leva-se a cabo a salutar direção das consciências, aumenta a graça em virtude do sacramento e é o único modo de vencer o hábito do pecado mortal, de evitar a multiplicação dos pecados veniais além de auxiliar e acelerar o progresso nas virtudes e a perseverança no bem.

Quem deve Confessar?

Todos os cristãos já desde os sete anos de idade, fase em que começa a idade da razão e a partir da qual já se podem já cometer pecados mortais. E, então, a partir dessa idade e para sempre a Igreja recomenda a piedosa prática da confissão frequente.

O que é necessário para se confessar bem?

  • Lembrar-se dos pecados cometidos (Exame de consciência).
  • Arrependimento dos pecados.
  • Propósito de não tornar a pecar.
  • Confissão dos pecados ao sacerdote
  • Cumprimento da penitência.

Quando Confessar?

Se temos que amar a Deus sobre todas as coisas é natural que não permaneçamos muito tempo afastados de Deus que é em resumo o que caracteriza o pecado: o estar afastado de Deus. Se devem os pecados ao menos uma vez por ano. Essa confissão pode ser feita na Quaresma quer por ser esse tempo ocasião de contrição especial, quer porque nessa época se deve cumprir o preceito da Comunhão anual. Mas se cometermos um pecado mortal o devemos confessar o mais prontamente possível.

O que é para confessar? O pecado. E o que é pecado?

Pecado é toda desobediência voluntária à Lei de Deus e da Igreja. Pecado mortal é uma desobediência à Lei de Deus ou da Igreja em matéria grave, feita com pleno conhecimento e consentimento deliberado. Pecado venial é uma desobediência à Lei de Deus ou da Igreja em matéria leve ou me matéria grave, mas sem pleno conhecimento e perfeito consentimento.

E quais são os principais pecados cometidos?

    Os pecados capitais são:
  • Soberba
  • Avareza
  • Luxúria
  • Ira
  • Gula
  • Inveja
  • Preguiça

Os pecados contra o Espírito Santo são:

  • Desesperação da salvação;
  • Presunção de se salvar sem merecimento;
  • Contradizer a verdade conhecida;
  • Ter inveja das mercês que Deus faz aos outros;
  • Obstinação no pecado;
  • Impenitência final.

Os pecados que bradam aos céus são:

  • Homicídio voluntário;
  • Pecado sensual contra a natureza;
  • Opressão dos pobres;
  • Não pagar o salário a quem trabalha.

Pecados de Cooperação e Cumplicidade com os pecados alheios:

  • Participação neles direta ou voluntariamente; mandando, aconselhando, louvando ou aprovando esses pecados;
  • Não os revelando ou não os impedindo quando a isso somos obrigados;
  • Protegendo os que fazem o mal.

Preparação para uma Boa Confissão

Oração preparatória do exame de Consciência

“Meu Senhor e meu Deus! Dai-me luz para conhecer os meus pecados, as causas deles e os meios de os evitar. Dai-me a fortaleza de os confessar com toda a fidelidade e verdade, para merecer agora o vosso perdão e a graça da perseverança final. Por Jesus Cristo Senhor nosso. Amém.”

Exame de Consciência

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Quanto tempo faz desde a minha última confissão?
Estou decidido a preparar com muita delicadeza esta Confissão?
Cumpri a penitência recebida na minha última Confissão?
Confessei-me mal, escondendo pecados?
Calei na Confissão, por vergonha, algum pecado grave? E depois disso comunguei alguma vez?
Comunguei com pecado grave?
Abusei da bondade de Deus pensando: "depois me confesso?"
Cumpri o preceito de confessar os pecados mortais pelo menos uma vez ao ano?
Recebi indignamente algum Sacramento?
Tive em conta que só se pode receber a absolvição coletiva nos casos de emergência em que a Igreja o permite?
Se, num desses casos, recebi a absolvição coletiva, cumpri com a obrigação de confessar individualmente a um sacerdote todos os pecados mortais que naquela ocasião não pude confessar?
Murmurei externa ou internamente contra o Senhor, quando me aconteceu algo desagradável?
Deixei-me levar pela vergonha quando foi necessário confessar a fé diante dos outros?
Como aceito a vontade de Deus, expressa pelas circunstâncias em que estou inserido? Reclamando, ou esquivando-me de minhas obrigações sociais, pessoais, etc?
Rezar - que é falar com Deus: Compreendo que senão cumpro este preceito de amar a Deus sobre todas as coisas colaboro com o pecado porque é mais fácil errar longe de Deus?
Deixo-me levar pela vaidade e arrogância para justificar que não precise saber sobre a doutrina e os ensinamentos de Deus? Penso que já sei bastante?
Abandonei os meios necessários para a salvação: a oração, os sacramentos, etc.?
Tendo dever ministerial ou no trabalho apostólico tomei as coisas de Deus com superficialidade e ligeireza causando escândalo a quem desse trabalho dependia?
Quando tenho que preparar uma homilia, ou ministrar uma aula de catecismo, ou fazer uma contribuição para a Igreja regateio esforços, faço de qualquer jeito?
Desesperei da minha salvação ou abusei da confiança de Deus, presumindo que Ele não me abandonaria, para pecar com maior tranqüilidade?
Como é meu trato com a Virgem Maria?
Dou exemplo com a minha própria vida? Ou antes, sou conhecido pelos meus defeitos?
Compreendo que o testemunho é o melhor apostolado que podemos fazer?
Uso das coisas de Deus para projetar-me, fazer amigos ou outra intenção menos reta que o serviço a Deus e aos irmãos por Cristo? Compreendo que a retidão de inteção que nos move é parte da bondade do nosso ato?
Contrario-me quando as coisas não acontecem como gostaria chegando a fazer da vida dos outros um “inferno” com fatos até corriqueiros como ter que trabalhar, lavar uma louça, ou cumprir um dever da vida corrente?
Blasfemei ou disse palavras injuriosas contra Deus, contra os Santos ou contra as coisas santas? Diante de outras pessoas?
Fiz algum voto, promessa ou juramento, e deixei de cumpri-lo por minha culpa?
Jurei sem necessidade? Jurei fazer alguma coisa injusta ou ilícita? Fiz um juramento falso? Reparei os prejuízos que daí tenham advindo?
Freqüentei ou pertenço a alguma associação contrária à religião?
Pratiquei atos de superstição ou espiritismo?
Li livros, revistas ou jornais que vão contra a fé? Dei-os a ler a outras pessoas?
Esforço-me por adquirir uma cultura religiosa que me permita ser testemunha de Cristo com o exemplo e com a palavra?
Obedeço ao magistério da Igreja ou o interpreto à minha maneira?
Enfrento com fortaleza os meus problemas e dúvidas de consciência, procurando a luz de Deus através da orientação de um bom sacerdote?
Guardei jejum e abstinência nos dias preceituados pela Igreja Católica?
Mando rezar Missa pelos falecidos, em ação de graças, etc? Participo sempre conscientemente dessas Missas ou mal presto atenção estando ali somente por motivos sociais? Sou agradecido com Deus?
Tenho um santo de devoção? Recorro ao seu auxílio? Faço uma oração ao anjo-da-guarda para que me proteja ao longo do dia?
Ofereço ao Senhor meus trabalhos e alegrias? Recorro a Ele constantemente? Ou vivo como se a carreira profissional e os afazeres cotidianos constituíssem, não o meio de nossa santificação mais um fim em si mesmo? Tenho consciência de que posso chegar ao fim da vida tendo “perdido a vida” por ter vivido o que é meio como se fosse fim último? Em última instância deixando de cumprir o mandamento maior do amor?
Contribuo financeiramente e com alguma às obras beneficentes ou apostólicas da Igreja e ou a seus grupos ou movimentos?
Esforço-me, até o último minuto da minha vida, por crescer na santidade a que todos estamos chamados?
Deixo-me levar pela preguiça e não vou à Missa aos domingos e em dias de preceito?
Chego tão tarde à Missa que não se pode dizer que cumpri este preceito?
Faltei à Missa num domingo ou festa de guarda sem motivo suficiente?
Distraio-me voluntariamente na Missa?
Critico tudo à minha volta na Missa: o tempo que leva, o padre, as pessoas, etc? Tenho consciência de que isso pode ser sinal de um caráter superficial e frívolo? Compreendo que vou à Missa para estar com Deus e se algo não está apropriado devemos colaborar amorosamente?
Como é minha postura pessoal na Missa? Visto-me apropriadamente? Porto-me com a devida deferência expressando também nos gestos o que vai na alma?
Trabalhei nesses dias corporalmente (ou mandei trabalhar os outros) sem necessidade grave, durante um intervalo de tempo considerável?
Impedi que alguém que dependesse de mim assistisse à Santa Missa?
Desobedeci aos meus pais e legítimos superiores em coisas importantes?
Em casa fui objeto de “ladainhas”? “-Vá estudar, trabalhar, fazer seu dever de casa, arrume seu quarto, etc!” Compreendo que se não cumpro generosamente com as minhas obrigações e com o que manda a caridade sou pesado aos outros?
Foram os filhos obedientes aos seus pais, prestando-lhes respeito e ajuda e pequenos serviços ou esperei ser atendida em tudo, interesso-me somente pelas minhas coisas e zango-me quando as pessoas e as circunstâncias não são como gostaria?
Rezo pela minha família, pelos amigos, pelas intenções do Santo Padre, pelos necessitados, pelos doentes, pelos encarcerados, por todos os que estão em dificuldade, pela paz, entre outros? Ou rezo somente por mim mesmo e quando preciso de alguma coisa?
Abusei que meus irmãos mais fracos, usando-os para meus fins?
Obedeço, cuido e honro meus pais segundo minha idade e suas necessidades?
O que faço para edificar minha família? Fico de cara feia? Dou tempo à família? Jantamos juntos ao menos uma vez por dia? Temos diversões em comum ou cada um vai para o seu canto e minha casa é mais um hotel que um lar?
Expresso amor, carinho e respeito pelo meu esposo/a? E pelos meus filhos?
Disponho a meu bel prazer da minha mãe, esposa, empregados. Sei reconhecer tudo que fazem por mi?
Traí, ainda que por pensamentos ou desejos, minha esposa (meu esposo)?
Eu me esforço por superar os vícios e inclinações más como a preguiça, a avareza, a gula, a bebida, a droga?
Presto a ajuda econômica no lar segundo a necessidade e minhas possibilidades?
Eu me esforço para que minha família encontre no lar um ambiente que os renove pela paz, pelo carinho e pela ordem nas refeições e na arrumação da casa?
Sirvo aos outros por amor ou ponho meu comodismo em primeiro lugar?
Ajudo as outras pessoas da minha família para que possam orar, estudar, descansar, ir a seu grupo, cumprir suas responsabilidades?
Formação dos filhos: Ensino e dou disciplina com sabedoria? Dou-lhes boa educação para que sejam bons cristãos?
Em minha família colaboro em criar um clima de reconciliação com paciência e espírito de serviço? Ou espero ser servido, não tenho interesse pela necessidade dos outros, não colabora com algum serviço extra porque penso que o que faço é suficiente, etc.?
Protejo minha casa e os meus das más influências do ambiente ou apenas reclamo, mas permito que assistam, por exemplo, programas medíocres ou vulgares sem nada propor em troca?
Detecto os problemas e os enfrento com sabedoria ou fico adiando-os sob falsos pretextos de falta de tempo, etc.? Que medidas eu tomo para que minha casa seja um lar?
Descuidei a fé na Providência Divina? Ao mesmo tempo desinteressei-me de ganhar o suficiente para poder ter e educar ou educar os filhos que Deus me manda?
Cheguei a ferir ou tirar a vida do próximo?
Cuido da saúde? Tenho algum vício, ou por preguiça me falta exercício, descanso, alimentação... Cuido-me?
Bati na minha mulher e nos meus filhos? Não faço esforço para controlar o mal gênio?
Fui guloso? Comi ou bebi demais, embriaguei-me?
Vivo me queixando, procurando comiseração ou desafogo?Faço-me constantemente de vítima? Vivo falando de meus assuntos continuamente como se devessem interessar a todos? Vivo pendente dos meus interesses o tempo todo de tal modo que nunca tendo disponibilidade para mais ninguém nem mais nada? Ajudo alguma o meu próximo? Participo de ações beneficentes?
Quero dar minha opinião em tudo? Sou prudente no que falo e como atuo?
Peço as coisas de maus modos faltando com a caridade?
Deixei-me levar pela ira magoando ou humilhando os outros?
Sou caprichoso? Voluntarioso, comodista, preguiçoso?
Sei ter e seguir um horário?
Deixo as coisas para mais tarde?
Que uso tenho feito do tempo e dos talentos que Deus me deu?
Sou atento e pontual no cumprimento meus deveres? Sou confiável? No lar, grupo, trabalho...?
Cumpro minhas promessas, compromissos, guardo confidencialidade?
Imito e agradeço a misericórdia de Deus, estando sempre dispostos a desculpar e tolerar com paciência os defeitos ou as ofensas dos meus irmãos?
Difamei ou caluniei alguém? Violei segredos? Fiz julgamentos temerários sobre outros? Murmurei?
Por querer, abandonei os estudos ou o trabalho?
Passo o tempo vadiando?
Envolvo-me frequentemente em brigas, rivalidades, violências, ambições, discórdias, sectarismo, dissensões, invejas, embriaguezes?
Fiz ou desejei algum mal grave a alguém? Fiz aborto? Aconselhei alguém a fazê-lo?
No relacionamento com meus subordinados fui justo tratando-os como eu gostaria de ser tratado?
Estou atento à dor alheia?
De algum modo matei ou atentei contra a vida? (ex.: apoio ou participação em aborto, suicídio, dirigir sem cuidado, atos irresponsáveis que põem uma vida em perigo, agressão, violência, etc.?
Atentei contra a dignidade de alguém?
Se me ofenderam, sei perdoar, ou guardo rancor e desejo de vingança?
Descurei do meu trabalho, faltando à justiça em coisas importantes? Estou disposto a reparar o prejuízo que daí tenha podido resultar?
Desinteressei-me de do bem do meu próximo, deixando de adverti-lo em algum grave perigo material ou espiritual e deixei de corrigi-lo como exige a caridade cristã.
Caí na luxúria com palavra e pensamentos impuros, com desejos ou ações impuras?
Usei corretamente a criação ou abusei dela com fins egoístas
Tive pensamentos ou desejos impuros?
Conversei, li ou assisti coisas indecentes?
Falei o que não edifica: piadas grosseiras, que ferem a alguma raça, nacionalidade, etc.?
Recorri a métodos para o controle da natalidade?
Procurei ou induzi outros a usar do aborto?
Realizei leituras ou assisti a espetáculos que reduzem a sexualidade a um mero objeto de prazer?
Compreendo que a minha omissão, deixar de manifestar minha posição contra leis abortivas, facilita a ação na imprensa abortiva e dos organismos com interesses de lucro, entre outros, a que aprovem leis e atitudes abortivas?
Cometi adultério?
Usei do matrimônio somente nos dias em que sei que não pode haver descendência, não havendo razões graves para isso?
Tomei remédios para evitar os filhos? Aconselhei outros a tomá-los?
Não afastei os desejos de cometer atos impuros?
Cometi atos impuros no meu corpo ou a fornicação?
Cometi atos indecentes com outras pessoas (solteiras, casadas, do mesmo sexo ou de outro sexo)?
Roubei? Descuidei ou não devolvendo propriedade alheia ou comum?
Dei prejuízo grave a alguém e ainda não paguei?
Comprei e não paguei, pedi emprestado e não devolvi?
Gastei dinheiro à toa, fui ganancioso?
Cai no vicio do jogo?
Usei qualquer tipo de droga?
Defraudei minha mulher ou meu marido de seus bens?
Cobicei bens alheios?
Recebi dinheiro ilícito? Aproveito-me do meu de posto para receber algum benefício pessoal?
Fui avaro?
Abusei da confiança dos meus superiores? Prejudiquei os meus superiores, subordinados ou colegas, causando-lhes um dano grave?
Retenho ou atraso indevidamente o pagamento dos salários e ordenados dos meus empregados?
Participei do negócio ou consumo de droga?
Deixei que, pela minha preguiça, se produzissem prejuízos no meu trabalho? Descurei o meu rendimento em coisas importantes, prejudicando com isso as pessoas para quem trabalho?
Fui honesto em meu trabalho trabalhando corretamente sem adiamentos?
Compartilho meus bens e meu tempo com os mais pobres, ou sou egoísta e indiferente à dor de outros?
Me preocupo pelo bem e a prosperidade da comunidade humana em que vivo ou passo a vida preocupado tão somente comigo mesmo? Cumpri com meus deveres cívicos? Paguei meus tributos?
Fico em algo que eu gosto sabendo que é hora de fazer outra coisa?
Caí na fraude ou estelionato? Caí no vício do jogo pondo em risco ou prejudicando a economia familiar?
Deixei de cumprir devidamente as obrigações do serviço do lar e do trabalho devidos na minha posição e salário?
Deixei de cumprir com exatidão os meus deveres sociais; por exemplo, o pagamento dos seguros sociais dos meus empregados?
Levantei falsos testemunhos?
Falei mal dos outros por frivolidade?
Maltratei os animais? Prejudiquei a natureza?
Insultei meu próximo? Escandalizei-o gravemente com palavras ou com ações?
Fui invejoso?
Falei mal dos outros e de instituições baseando-me apenas em boatos? Reparei o mal que daí pôde advir?
Sou orgulhoso, vaidoso, preguiçoso, desordenado?
Deixo as coisas que utilizo jogadas de qualquer jeito ou a cargo dos outros abusando do tempo e da boa vontade alheia?
Em minhas opções de negócio penso somente no lucro deixando de construir oportunidades que geram trabalho e maiores benefícios? Tenho consideração com meus empregados ou descarto-os sem considerar sua sorte?
Estando em cargo público cumpri com meus deveres rigorosamente? Usei do cargo para tirar vantagens?
Abuso dos que me servem? (Empregadas, secretárias, porteiros, entregadores, atendendes, etc? Ponho a preguiça à frente da justiça e, abusivamente coloco minha conveniência em detrimento dos outros chegando a prejudicá-los com abusos? Por exemplo, não faço coisas simples como lavar a louça só porque no dia seguinte vai ter “empregada” deixando tudo mais serviço do que o do dia, e isto mesmo sabendo que ela tem uma vida sofrida, que acorda às 4 da manhã para estar no serviço cedo? Compreendo que é no cotidiano que se oferecem as ocasiões de progredir pessoalmente na qualidade e na categoria humana que deve ter um cristão e não em situações heróicas que muitas vezes raramente se oferecem?
Maltratei alguém?
Pensei mal, falei mal dos outros?
Falei mentiras, fiz fofocas, fiz intrigas?
Caluniei os outros em coisas graves?
Roguei pragas a alguém?
Briguei sério com alguém?
Neguei-me à reconciliação?
Guardei raiva, desejei ou cometi vinganças?
Ofendi alguém com palavras pesadas?
Agredi alguém?
Causei algum dano físico ou moral a outros? Alimento ódios, ofensas ou brigas com meu próximo? Fui violento?
Tenho inimizade, ódio ou rancor contra alguém?
Deixei de falar com alguém e neguei-me à reconciliação, ou faço o possível por conseguí-la?
Alimento antipatias ou ódios pessoais por diferenças de opinião em matérias nõ relevantes?
Amo de coração o meu próximo como a mim mesmo e como o Senhor Jesus me pede que o ame?
Manipulo os outros com meus estados de ânimo e com aborrecimentos para que se faça o que quero?
Respeito o tempo e as necessidades dos outros?
Falo muito de doenças, tragédias? Ou sei ter uma conversa que anima, que faz companhia?
Tenho boas maneiras? Sou cortês com as pessoas? Ou as ignoro tendo bons modos só com autoridades e pessoas das quais pretendo obter alguma coisa?
Sou mentiroso?
Disse mentiras?
Caluniei alguém?
Digo sempre a verdade? Revelei segredos fiz fofocas? Sou atento sem ser curioso?
Sou fofoqueiro e enganador?
Sou escravo de meus complexos?
Cobicei a mulher ou o marido de meu próximo?
Sou responsável e ordenado com a economia do lar?
Provoquei a alguém a fazer atos indecentes comigo?
Usei roupas indecentes? Fui ocasião de pecado?
Participei de divertimentos perigosos para a moral?
"Fiquei" com alguém?
Namorei só para aproveitar-me?
Pedi "prova de amor" à namorada(o)?
Entreguei-me ao (à) namorado(a)? Namorei pessoas casadas, divorciadas?
Tirei a honra de alguma garota? Participei de estupro, sexo grupal e outras perversões?
Tolerei escândalos ou perigos morais e físicos entre pessoas que vivem em minha casa?
Olhei a um homem a uma mulher de maneira impura?
Deixo-me levar desordenadamente por desejos? Quais?
Vivo a simplicidade e a pobreza de espírito?
Procuro aparentar algo que não sou para ser valorizado por outros?
Aceito a mim mesmo, ou vivo na mentira e no engano?
Discrimino as pessoas por motivo de cor, credo, local de nascimento, classe social, educação recebida, motivos culturais, temperamentos ou “modos de ser”? Ou procuro compreender os outros como gostaria de ser compreendido?
Procuro sempre meios de me distinguir dos outros desfazendo deles, para me sentir “superior”?
Deixei-me leva pelo favoritismo ou distinção de pessoas, faltando à justiça na distribuição de tarefas, cargos, funções etc.?
Fui omisso em procurar evitar, na medida das minhas possibilidades as injustiças, subornos, escândalos, roubos, vinganças, fraudes e outros abusos que prejudicam a convivência social?
Desejei mal a alguém? Descurei de minhas obrigações profissionais ou familiares?
Fui culpado em levar alguém a pecar? Convidei ao pecado?

Como se Confessar:

O penitente diz a saudação habitual: “Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”, ou “Abençoai-me, Padre, porque pequei.” e faz o sinal da cruz.

O sacerdote diz: “O Senhor esteja em teu coração para que, arrependido, confesses os teus pecados.”

O penitente acusa-se dos seus pecados. O sacerdote dá conselhos oportunos e impõe a penitência.

O sacerdote convida o penitente a manifestar a contrição ao que o penitente pode dizer: “Senhor Jesus, Filho de Deus, tende piedade de mim, que sou um pecador.” Ou ainda o Ato de Contrição: “Senhor meu Jesus Cristo, Deus e homem verdadeiro, criador e Redentor meu, por serdes Vós quem sois, sumamente bom e digno de ser amado sobre todas as coisas, e porque Vos amo e estimo, pesa-me, Senhor, de todo o meu coração, de Vos ter ofendido; pesa-me, também, de ter perdido o Céu e merecido o Inferno; e proponho-me firmemente, ajudado com o auxílio da vossa divina graça, emendar-me e nunca mais Vos torna a ofender. Espero alcançar o perdão de minhas culpas pela vossa infinita misericórdia. Amém.”

O sacerdote então dá a absolvição: “ Deus, Pai de misericórdia, que, pela morte e ressurreição de seu Filho, reconciliou o mundo consigo e enviou o Espírito Santo para remissão dos pecados, te conceda, pelo ministério da Igreja, o perdão e a paz. E eu te absolvo dos teus pecados, em nome do Pai, e do Filho † e Do Espírito Santo.” E o penitente responde: “Amém.” e o sacerdote prossegue: A paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, a intercessão da Virgem Maria e de todos os santos, as tuas boas obras e a tua paciência na adversidade, sirvam de remédio para os teus pecados, aumento de graça e prêmio da vida eterna. Vai em paz.” E o penitente responde: “ Amém.”

Depois de rezar a penitência o pode-se rezar a seguinte oração de agradecimento:
“Ó bondade, ó misericórdia infinita do meu Deus! Graças Vos rendo por me haverdes perdoado os meus pecados, e de novo os detesto de todo o meu coração. Concedei-me a graça, meu Salvador, pela virtude do Sacramento da Penitência que acabo de receber, de não recai nestes pecados, e de levar de hoje em diante uma vida toda nova, sempre assistido pela vossa graça e perseverando no vosso amor até a hora da minha morte. Amém.”

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